Minha Memória em Fragmentos¹, por Ramiro Ferreira Freitas

O que fui, o que sou.

Descrição da Imagem: Mãos lendo um texto em braile, em preto e branco.

PREÂMBULO

Falar de si é tarefa complicada. Como subjetivar o mundo que, por tantas pressões, reclama de nós uma objetividade distanciada? Querer, pensar e agir muitas vezes se separam por léguas quase desérticas. Mensurar as próprias qualidades, descrevendo lugares e marcando as personagens do entorno parece, majoritariamente, uma auto-apologética subversão. Mas, é necessário dizer, proclamar afetos, libertar-se das cadeias recordadas e seguir a “terapia do tempo”. Nos parágrafos abaixo, desenharei, tão-só, um retrato inacabado do passado, com as máculas do presente e indagações que, no futuro, ocasionarão minhas formações privadas-publicadas em potencial, suspensas na dúvida vivente, ocaso eterno.

DA INFÂNCIA PRÉ-MATURA: um desafio à vida

Ramiro F. de F., nasceu no dia 27 de junho de 1992, no Hospital São Vicente de Paula em Barbalha estado de Ceará, as 09hrs da noite, pesando 2,1 kg, media 48 cm – quem me assistiu foi o Dr. Paulo Ney, fui registrado no cartório de Moreilândia-PE.

Nasci quando ainda faltavam três dias para completar oito meses, isto é vim ao mundo antes do tempo. Da maternidade à casa, o desenvolvimento orgânico se completará artificialmente.

Ao sair da incubadeira (pequena câmara oxigenada com temperatura controlada) fui residir no estado de Pernambuco, mais precisamente num sítio (o CantaGalo), propriedade de meus avós paternos. Vivi na casinha de precária estrutura  ate os meus sete meses, e, como não existia água encanada, era rotineiro minha mãe lavar roupa no açude, presumivelmente, como não tinha com quem ela me deixar, me carregava dentro de uma banheira. As noites eram perigosas, pois a zona urbana estava distante e, naquela área remota, poucas casas poderiam ser alcançadas mediante caminhada; à luz do candeeiro, em pouco tempo dormíamos.

Justamente não aguentando a situação, minha família e eu mudamos o endereço e passamos a morar na cidade, visando melhor comodidade e, sobretudo, escolarização. Neste transitório habituar-se, mesclaram-se vida social (com todo seu juízo negativo acerca da deficiência que, à época, já se manifestara) e vontade/curiosidade individual (meu consciente negava-se a receber o trágico). Conforme Bueno (2002, p. 22), “Dessa forma, a abordagem biográfica prioriza o papel do sujeito na sua formação, o que quer dizer que a própria pessoa se forma mediante a apropriação de seu percurso de vida, ou do percurso de sua vida escolar”. Internalidade e exterioridade são ambivalentes e, ao mesmo tempo, complementares.

MOMENTO ESCOLAR: sofrer e sorrir²

Fui alfabetizado “em tinta”, pois não havia, absolutamente, tecnologias assistivas disponíveis. Durante os primeiros anos de infância, meu contato com as letras deu-se mediante curiosidade pela textura em papel, eu manuseava livros e revistas, procurando figuras e mapas apreciáveis pela visão residual.

Frequentei, mais tarde, o colégio ABC do Arrudinha. Lá, durante um ano, aprendi a compartilhar momentos e a lidar com o outro (colegas, professora). Em 2000, fui matriculado na classe especial (que atendia estudantes com várias necessidades educacionais diferentes) da Escola Coronel Xico Romão. Não me adaptei, pois as aulas raramente eram produtivas, apesar dos esforços heróicos tanto da professora quanto dos gestores institucionais. Na Escola Municipal Santa Terezinha, novas personagens surgiram para 2ª e 3ª séries do Ensino Fundamental (EF), porém as condições precárias, falta de materiais, insensibilidade por parte de certos docentes e a inflexibilidade dos gestos (ampliação das letras, cópia desde a lousa e leitura nos livros didáticos inviabilizadas) revelaram barreiras arquitetônicas vencidas somente pelo esforço de minha mãe, na luta diária por condições favoráveis a meu êxito estudantil e à remanescência de sentidos – e sinestesia – que abriam, ainda que limitadamente, o meio à compreensão das pessoas e coisas. Voltei à instituição que me acolhera no início da década, mas para cursar a 4ª série (2004). Desta vez, a experiência foi muito prazerosa, com dedicação singular a lente pautava as linhas do caderno com pincel, escrevia textos com letras maiúsculas e em tamanho grande. Na época, comecei a apreender o código Braille, em desenhos e jogos (dominó, cartas) preparados por minha tia, que trabalhava na escola, embora fossem suas atribuições de ordem burocrática. Talvez o grau de parentesco a tenha motivado como minha “segunda professora”, a quem muito admiro, considerando seu gosto pela leitura (recebi dela inúmeros livros coloridos, de histórias fantásticas). Até hoje sinto-a presente como parte fundamental de minha formação  (in memoriam).

Os compromissos de aprendizagem, lastimavelmente, relegavam-me (como sujeito e como ser-no-mundo) à categoria abjeta da diferença. A escola não conseguiu ser justa. “A escola justa – que faz justiça social – é aquela que, sem degenerar, inclui, não exclui e qualifica as novas gerações. É aquela que lida com as heterogeneidades, as respeita e leva a aprendizagens eficazes”. Continua Gatti (2013, p. 53): “Ou seja, aquela escola em que os alunos aprendem de forma significativa e se educam para a vida como cidadãos”. As preocupações, dos professores nas turmas de crianças biopsicologicamente desiguais em que fui inserido, centravam-se no ideal positivista dos resultados abstraídos no/pelo meio visiocêntrico. Escassos eram os relacionamentos lúdicos, os gestos enraizados de crença nos potenciais – o que, para além da deficiência, entremeava a própria ação pedagógica sem reflexão preferencial. As cópias, o manual do professor sempre continham respostas “certas”, tecnicismos modeladores reificados. 

O segundo ciclo do EF (5ª a 8ª séries), bem como o Ensino Médio (1º ao 3º ano) foram integralmente concluídos na Escola Presidente Médici, pertencente à rede estadual de ensino pernambucana. Os companheiros de turma foram, durante a adolescência, praticamente os mesmos (visto ser o turno matutino, sempre, uma escolha pelo começo instruído do dia). Quão bom aquele tempo, edificando parcerias e amizades – no rizo e nas provas dos professores “carrascos”, vez em quando. Nada se iguala à vida juvenil escalando cada degrau, virando cada página da compreensão. Matemática, Português, Geografia,… mas, sobretudo a “geometria” comportamental, socializada em compartilhamento dos anseios (medo da reprovação, ansiedade pré-vestibular) e a alegria dos primeiros embates, de ideais revolucionários (jornal escolar, participação no conselho de classe, depois criaríamos o grêmio) ou enamorados (comentários inocentes e as púberes rimas do recreio, paquera) entre os (as) meninos(as).

Não obstante, a roda da existência persiste a girar. O ingresso na Universidade foi epicentro de 2011, no curso de História. Dizia-se, então, que os primeiros deficientes visuais estavam batendo à porta universitária. Em 2012, resolvi, novamente, enfrentar os dois dias de “provão” para entrar no curso de Direito. Consegui e passei a morar no Ceará, meu berço primeiro. Só que a cidade é Crato, “princesinha” do Cariri, terra rica em cultura situada a aproximadamente 95 quilômetros de Moreilândia. Pequenino, já visitei inúmeras vezes o centro histórico e caminhei pelas ruas que me encantavam – eu me via enraizado, apesar de não pertencer ainda, a parte cosmopolita do lugar que, tempos depois, seria minha rota.

No ensino superior, não foram poucos os desafios. Mas, devo reconhecer, a universidade soube tratar, com a inclusão possível, meu ingresso. Utilizei, como ferramentas pedagógicas, leitura em meio eletrônico e xerocópia ampliada. Certos professores diziam “esquecer” a necessidade de avaliação impressa com ajustes de cor e letra. 

Tirando raros momentos constrangedores, o bacharelado foi tranquilo, motivador e acolhedor – fiz muitos amigos na Escola de Direito. Depois, pós-graduado, resolvi voltar-me às vicissitudes da educação brasileira (que se pretende democrático-emancipatória).

Os problemas ligados à formação de professores (inicial e continuada) associam-se a motivos inumeráveis, desde a precarização das condições laborais até a massificação do ensino à distância (com fiscalização e regulamentação aparentemente menos rigorosas e maior número de vagas disponível a cada semestre), do baixo status social às resistências institucionais contra inovações didáticas. A esperança de transformação, inspiradas em Paulo Freire, vale gizar, mobiliza hoje articulações curriculares, dinamizando programas acadêmicos impactantes nos cursos de licenciatura – estágios supervisionados, bolsas de extensão – funcionando na contramão das crises. (LIMA, 2019)

Abrir mão do futuro não era opção. Sem conhecer exatamente os artigos de lei ou tratados internacionais sobre direitos da pessoa com deficiência, a senhora procurou apoio no Ministério Público, que, por intermédio da promotoria local, exigiu cumprimento, na escola, do ensino universal. Inicialmente, as instituições alegavam, insistentemente, o insuficiente treinamento docente para lidar com práticas de educação especializada. 

O avanço nos estudos dependeria do apoio familiar e restaria umbilicalmente ligado à autodeterminação consciente que me animava. Desde tenra idade vi que, parafraseando o jusfilósofo tedesco Rudolf Von Ihering, não há direito sem alguém batalhar por ele.

Nas pequenas coisas – substituir o quadro-negro e o giz por lousa branca e pincel, o duplicador a álcool por impressão computadorizada – percebo, humildemente, que nos atos “dolorosos” de mudar estratégicas pedagógicas para atendimento ao estudante “desajustado”, todos os demais (colegas e, em última análise, os próprios educadores) foram beneficiados. A inclusão de um acaba por converter-se na melhoria para todos. Contudo, a integração jamais tornava-se plena. Reconheço que, em parte, sem dolo proposital, atrasaram-se, até mesmo perderam-se, habilidades noutro contexto possíveis.

Parte da realidade materializada integrante do ato cognoscente, queira eu ou não confessar, é retirada do alcance, introduz lacunas no desenvolvimento interacional e pessoal. Por exemplo, jamais frequentei aulas práticas de Educação Física, testemunho repetido por outras pessoas com visão reduzida ou cegueira que conheço. Elas, geralmente, se faziam mediante jogos na quadra escolar, serviam à recreação e, mesmo os alunos “normais” reclamavam da pouca variabilidade esportiva, repetitivo e monótono brincar com bola. Os garotos, colegas de classe, escapando da rigidez curricular, aproveitavam o horário da aula brincando de futebol num campo de areia próximo, já as meninas costumavam treinar futsal. 

Pouca técnica, ferramentas de trabalho limitadas ao mínimo e nenhum planejamento ratificaram o atestado oftalmológico que, sem maiores recomendações, tornava defesa a prática de exercícios físicos, que ameaçariam meu resíduo visual. De fato, a acuidade visual era (e ainda é) preocupação constante, pois um deslocamento na retina ou, mais grave, degeneração macular, resultaria em cegueira absoluta e irreversível (sem cirurgia reparadora). 

Não me incomodava o laudo proibitivo, nem me apercebia do subliminar viés incapacitante que ele mostrava. Só no fim da adolescência, conversando francamente com o esculápio, soube eu da permissão para realizar, dentre outros, os chamados “esportes aquáticos” (em particular, natação). Era tarde demais: meu interesse focara-se em coisas menos corporais, tangíveis só no ângulo abstrato.

Por esta razão – uma efetiva “exclusão” chancelada pelo defeito – submeti, ao Mestrado Profissional em Educação da URCA um projeto de pesquisa, intitulado “DISCURSO INVISUAL, PRECONCEITO E ANORMALIDADE NA REGÊNCIA ESCOLAR/ACADÊMICA: entendendo, à luz do fenômeno subjetivo, limites e potencialidades do corpo “cego” perante sua autoimagem referencial “educada””. Minha intenção, há muito pensada, consistia em recorrer à continuidade acadêmica, trazer, cientificamente, ao meio teórico de consequências práticas, uma alternativa aos paradigmas reiterativos sobre o que seja acessível, includente, excludente e, com ênfase no “especial”, desmistificar estigmas arraigados no senso comum avesso à diferença/deficiência. 

Pensar a visão biológica como janela hegemônica do conhecimento é, pensei, retorno anacrônico à idade das trevas. Eu mesmo fui alvo de tal “negação” medicalizada, que predizia fracasso, pelo inconformisto, recusei melancólica amargura. O bloqueio “são” os outros (parafraseando, noutro sentido, Jean-Paul Sartre³). Os direitos de liberdade, virtuosamente proclamados, não atingem igualmente, nem sobrevêm uniformes recursos educacionais a todos(as). Na senda a trilhar, há muitos obstáculos que superar!

No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
Tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra

Nunca me esquecerei desse acontecimento
Na vida de minhas retinas tão fatigadas
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
(ANDRADE, s-d, s-p)

Travar batalhas nas trincheiras pró-aceitação do “estranho” é passo fundamental no combate à discriminação injustificada. O professor, unidade de produção significativa, expande metodologias, procedendo conforme itinerário híbrido (oficial, mas, sobretudo, criativo). O “meu” ato mental sugere princípios menos convencionais, nem por isso reziduais. Lembro-me de uma aula de Artes na 1ª série do ensino fundamental na qual, por não conseguir ilustrar fielmente o desenho, recebi nota 0 (zero). Isso testifica, para mim, o tratamento depreciativo traduzido na egoísta vidência. Impor dinâmicas homogeneizantes afeta, com naturalística opressão, o raciocínio. 

Sendo artista, o pedagogo deve localizar instrumentos adequados, dimensões abrangentes, competindo a ele motivar sua turma plural. Humildade, disposição e reflexão sobre o fazer preceptivo, ofício do educador, são tripé basilar para o avanço no debate – da teoria à prática. 

Memórias são lacunosas e, para não tornar a justificação excessivamente longa, similar a uma laudatória apologia, basta consignar reconhecimento pelos bons instrutores e, no sentido freireano, verdadeiros educadores que encontrei pelo caminho tortuoso. A esperança na semente lançada, sem embargo, germina neste empreendimento que devo, mediata ou imediatamente, aos bons desafios e, inclusive, difíceis obstáculos interpostos como pedras estruturando que fazeres íngremes, sutilmente propulsores da bela dúvida sobre o existir-no-mundo.

POSFÁCIO

Atender às pretensas naturalizações, inferiorizando e desarticulando alteridades, segundo o exposto acima, rompe criatividades psicológicas e influenciará as personalidades – de cegos, videntes, surdos, ouvintes, do homem imperfeito que respira sobre o terceiro planeta rochoso deste Sistema Solar. É preciso viver, antes de navegar sobre mares outrora obscurecidos, lançados na Geena4“civilizatória” dos povos que “queimam”, no rótulo estigmático do preconceito não razoável, miríades.

O irresistível relato bio-liter-gráfico é ambígua sorte: nada mais traiçoeiro e potestativo; desejável e tenso. Mas arrisco-me, autorrefiro-me. Penso, talvez, acriançadamente, estar reconstituindo cenas pictóricas há muito soterradas pelos montões de escombros no porão cronológico. Revisitar os tempos “nem tão velhos assim” é como rebobinar fitas repletas de sons e cores tão familiares quanto exóticas.Fragmentos do quebra-cabeça soltam recortes, voltam à colagem e, cada vez mais, sofrem mutação – como o magnetismo da compact cassette gravável.

Longe de concluir, mantenho a porta aberta. Longe de terminar, espero haver somente começado trajetória digna, “largando” orgulhos sensacionalistas, falsos na aparência “meritocrática”, porque são eles reduto narcísico, abraçando, ao revés, legado sublime e passagem construída – “tijolo sobre tijolo” – autêntica.

Ramiro Ferreira de Freitas -Advogado (OAB-CE, inscrição nº 38.063), mestrando em Educação, especialista em Direito das Famílias e pós-graduando em Direito Constitucional pela URCA (Universidade Regional do Cariri), Bacharel em Direito pela mesma instituição.

Nota de Agradecimendo do Autor para a Dra. Ariza Maria Rocha – “Professora Efetiva da Universidade Regional do Cariri – URCA. Pós-doutora em História pela Faculdade de Letras/ Universidade de Lisboa”

NOTAS

1 – Ensaio de natureza autobiográfica apresentado ao curso de Pós-Graduação stricto sensu em Educação (MPEDU) da Universidade Regional do Cariri – URCA como requisito para obtenção de nota parcial na disciplina Formação de Professores: diretrizes e práticas, ministrada pelas professoras Dras. Cícera Nunes e Maria Dulcinea de Loureiro.

2 – O conteúdo desta seção é ligeiramente diferente (ampliado e revisto) do texto “Uma história pessoal” originalmente contido (pp. 16 e segs do projeto qualificado) ao Processo seletivo (2017.2-2018.1) para ingresso regular no MPEDU/URCA.

3 – Na peça Entre Quatro Paredes,Garcin faz declaração exclamativa. “O enxofre, a fogueira, a grelha… Que brincadeira! Nada de grelha. O inferno… O inferno são os outros!” (SARTRE, s-d, s-p)

4 –  Local de suplício eterno pelo fogo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDRADE, Carlos Drummond de. [música] No meio do caminho. s-d. Disponível em: <https://www.letras.mus.br/carlos-drummond-de-andrade/807509/>. Acessado em 23. jan. 2019.

BUENO, Belmira Oliveira. O método autobiográfico e os estudos com histórias de vida de professores: a questão da subjetividade. In: Educação e pesquisa, vol. 28, n. 1, pp. 11-30, 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/%0D/ep/v28n1/11653.pdf>. Acessado em 12. jun. 2019.

CUNHA, Maria Isabel da; FERNANDES, Cleoni Maria Barbosa. Formação de professores: tensão entre discursos, políticas, teorias e práticas. In: Inter-Ação, vol. 38, n. 1, pp. 51-65, jan-abr/2013.

FREITAS, Ramiro Ferreira de. Deus escreve certo por linhas brancas. In: A bíblia no Brasil, n. 228, p. 32, 2010.

GATTI, Bernadete A. Educação, escola e formação de professores: políticas e impasses. In: Educar em revista, n. 50, pp. 51-67, 2013.

LIMA, Maria Belo Silva. O estágio curricular supervisionado em gestão escolar como elemento da prática pedagógica entre a universidade e a escola: um olhar dos estagiários do curso de pedagogia. 144 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Regional do Cariri, Crato, 2019. Disponível em: <http://www.urca.br/mpe/portal/images/pdfs/dissertmb.pdf>. Acessado em 14. jun. 2019.

PESSOA NETO, Mosart de Vasconcelos. Perspectivas de mães de adolescentes com baixa visão: quanto ao nascimento e a vida escolar. 41 f. Monografia (Especialização em Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar) – Universidade de Brasília, Brasília, 2015.

SARTRE, Jean-Paul. Entre quatro paredes. s-l: s-e, s-d. Disponível em: <http://www.netmundi.org/home/wp-content/uploads/2017/07/Entre-Quatro-Paredes.pdf>. Acessado em 13. jun. 2019. 

Editado por Bernardo Schmitt

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